SATA: Luis Parreirão sucede a António Menezes e Plataforma Sindical espera postura "radicalmente diferente"

O porta-voz da plataforma de sindicatos da SATA manifestou-se hoje esperançado de que a postura do novo presidente do conselho de administração do grupo, Luís Parreirão, seja "radicalmente diferente" do seu antecessor.

 

Luís Parreirão irá suceder a António Menezes à frente da companhia aérea açoreana, segundo o "Açoriano Ocidental". Para já Parreirão está apenas indigitado, ainda não estando em funções, aguardando indicações do accionista, isto é, do Governo Regional dos Açores, para assumir o cargo de presidente da companhia.

"Esperamos que a postura seja radicalmente diferente, mesmo tendo em conta que este presidente interino já está há um ano a assessorar este conselho de administração, como vogal", declarou Bruno Fialho, em declarações à agência Lusa.

 

A RTP Açores diz que a saída de António Gomes de Menezes foi precipitada pela "constante interferência" de Vítor Fraga, secretário de Estado dos Transportes do Governo Regional dos Açores. Luís Parreirão faz parte do conselho de administração da SATA desde Maio de 2013, e já desempenhou funções de secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas e secretário de Estado da Administração Interna.


Bruno Fialho, disse esperar que Luís Parreirão, "como pessoa, venha modificar o 'status quo' do conselho de administração e consiga, agora como presidente, juntamente com a plataforma, resolver as questões que estão pendentes".

"Esperamos reunir muito brevemente, logo que o novo conselho de administração esteja empossado, com o secretário regional do Turismo e Transportes também, para resolvermos as questões pendentes, mas também saber qual o futuro da própria companhia", declarou o porta-voz da Plataforma.

 

Entretanto, o presidente do Governo dos Açores declarou hoje aos jornalistas, na sequência das audições mantidas sobre o futuro da RTP/Açores, que, na sua qualidade de "quem mais directamente representa o accionista, a Região Autónoma dos Açores, não tenho que comentar em praça pública os assuntos da empresa, mas sim decidir o que há para decidir".

Subscreva a newsletter oturismo.pt
captcha 

Publicidade

Actualidade