“365 Algarve”, uma Viagem pela história, tradição e lendas do Algarve

A terceira edição do “365 Algarve” elegeu a Viagem como tema e a História e as lendas são o mapa para desvendar o património cultural do Algarve de uma nova forma, convidando o público a, mais do que ver, participar.

Este é o desafio lançado pelas iniciativas Momentos Fantásticos com o Património, Algarve Desvendado e Percursos Performativos no Património, se iniciaram em Outubro abrangendo todo o período de programação do 356 Algarve, que decorre até Maio de 2019.


A 27 de Outubro, “Momentos Fantásticos com o Património” propõe uma viagem guiada pelo universo ligado à vida marítima, através da etnografia, da história e da gastronomia de Ferragudo, no concelho de Lagoa.

Até Maio, esta iniciativa realiza mais nove visitas, com temas e locais diversificados e, cruzando o conhecimento com a linguagem artística, apoia-se em videomapping para contar a história de monumentos como a Fortaleza de Sagres, a Muralha de Lagos e o Castelo de Alzejur.

 

Convidar o publico a viver diferentes momentos históricos da região é o objetivo do projeto Algarve Desvendado, assente em visitas encenadas ao passado de Faro, Loulé e Castro Marim. A conquista do Algarve aos árabes, o período dos descobrimentos, em que o Algarve foi ponto de partida para algumas das mais importantes viagens marítimas, e a grande Guerra Civil Portuguesa, que opôs os liberais aos Miguelistas, são algumas das viagens no tempo que se podem fazer entre 28 de Outubro e, em várias datas, até 04 de Maio.


A história de uma região faz-se também das suas lendas e “A Encantada de Porches” é uma das que integra o projecto “Percursos Performativos no Património”, que leva o público através de ruas e monumentos algarvios para descobrir o território através da performance.

Entre os diferentes percursos, que acontecem de Outubro a Maio, é ainda possível explorar os mares e os seus perigos, pela voz de pescadores, corsos e piratas, experienciar o dia-a-dia da vida dentro de um convento ou conhecer porque foi o rio Arade uma verdadeira espinha dorsal do desenvolvimento económico dos povos que ocuparam as suas margens.

 

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