VINCI Airports apresenta resultados para o primeiro trimestre 2018

VINCI Airports apresenta resultados para o primeiro trimestre 2018

VINCI Airports apresenta resultados para o primeiro trimestre 2018 D.R.

Mantém-se a tendência de aumento no tráfego de passageiros no primeiro trimestre de 2018 (+11,62%) em relação ao primeiro trimestre de 2017

De salientar um crescimento muito forte no Camboja (+ 26,1%) e em Portugal, particularmente em Lisboa (+ 15,9%). Crescimento sustentado nos aeroportos geridos em França (+ 10,6%), Japão (+ 10%) e Chile (+ 14%) . Bom desempenho do aeroporto de Salvador, no Brasil, que integrou a rede em Janeiro de 2018 (+ 6,0%)

No primeiro trimestre de 2018, o tráfego nas plataformas operadas pela VINCI Airports aumentou 11,6% em relação ao período homólogo de 2017, com um total de 38,6 milhões de passageiros servidos em toda a rede de aeroportos.

Em Portugal, os 10 aeroportos geridos pela VINCI Airports registaram um total de 10,4 milhões de passageiros, ou seja, um aumento de 12%.
Este crescimento reflecte, nomeadamente, o bom desempenho das cinco principais companhias aéreas que operam em Portugal, todas com crescimento de dois dígitos.
Lisboa reforçou ainda mais a sua posição como um hub internacional com o tráfego a aumentar 15,9%, enquanto o Porto, que ultrapassou os 10 milhões de passageiros em 2017, registou um crescimento de 12% no tráfego. Em Faro, a falência da Monarch e Air Berlin em 2017 fez estabilizar o volume de tráfego.


No Camboja
, os três aeroportos do país registaram um crescimento de tráfego muito acentuado.
Com 3 milhões de passageiros, o aumento atingiu os 26,1%. O crescimento foi particularmente forte em Phnom Penh, com o aeroporto da capital a receber 1,4 milhões de passageiros (mais 34,5%), refletindo a chegada de novas companhias como Malindo, Vietjet e Shenzhen Airlines, o crescimento de operadoras chinesas como a Spring, China Southern Airlines e Xiamen Airlines e, ainda, a abertura de novas rotas importantes por parte de companhias aéreas locais, como Singapore e Bangkok, pela JC Airlines e Lan Mei. A actividade também foi viva em Siem Reap (mais 17,4%), com os viajantes da China e do mercado interno a serem os principais impulsionadores do crescimento.


Em França
, o tráfego aumentou substancialmente nas 12 infraestruturas geridas pela VINCI Airports, com uma subida de 10,6%, para os 4,2 milhões de passageiros acolhidos. As tendências de crescimento registaram-se, igualmente, em Nantes Atlantique, com o tráfego a subir 18,6%. Tanto o tráfego nacional como o internacional contribuiram para este resultado, com um crescimento particularmente forte no internacional, reflectindo o aumento do tráfego no Norte de África e os bons desempenhos do tráfego europeu, nomeadamente de Portugal, Bélgica, Alemanha, República Checa e Reino Unido. 2,3 milhões de passageiros viajaram por Lyon-Saint Exupéry, que cresceu 8,2%. A subida foi impulsionada por factores de carga significativamente maiores, a abertura de cinco novas rotas durante o trimestre e um aumento acentuado no tráfego internacional, para o norte da África, Turquia e Rússia em particular. Após um ano de transição, o tráfego em Chambéry voltou a crescer (16,0%) graças aos parceiros históricos: TUI, British Airways e Titan Airways, que aumentaram as capacidades com frequências adicionais e novas rotas a partir do Reino Unido.


No Chile
, onde o tráfego no aeroporto de Santiago subiu 14%, o crescimento é impulsionado pela nova empresa de baixo custo JetSmart, que continua a estimular o tráfego doméstico e o desempenho dinâmico da Sky Airline. O tráfego internacional também manteve significativa expansão, impulsionado pelo forte desempenho da Aerolíneas e da Avianca e pelo crescimento sustentado dos passageiros vindos da Argentina e do Brasil.


No Japão,
os dois aeroportos de Kansai registraram um crescimento de 10%. Tal como em 2017, o forte aumento do tráfego no Kansai International (aumento de 13,6%) deve-se em grande parte à continuação do forte desenvolvimento do tráfego internacional, nomeadamente com os países da Coreia do Sul, China, Hong Kong, Taiwan e países da ASEAN. O tráfego com a Europa também subiu 4%, com um aumento na capacidade que deverá continuar neste verão. Este desempenho também foi impulsionado pela abertura em 2017 de várias novas rotas importantes, incluindo Sydney, pela Qantas, e Honolulu, pela AirAsia X e Scoot. No geral, os aeroportos de Kansai, onde se iniciou a operação de um terceiro Aeroporto a 1 de abril de 2018 (Kobe), receberam 11,3 milhões de passageiros.


Na República Dominicana,
o tráfego nos seis aeroportos geridos pela VINCI Airports diminuiu 2,9%, devido a várias situações adversas. Santo Domingo (-2,4%) foi fortemente afetado pela falência da PAWA Dominicana, enquanto a transportadora-irmã venezuelana da PAWA, Aserca, estava impedida de voar, aumentando ainda mais o declínio no número de passageiros. O tráfego em Puerto Plata (-5,4%) foi afetado pela falência da Air Berlin e a saída da Arkefly de Amsterdão. Para ajudar a compensar as quedas em Santo Domingo e Puerto Plata registou-se um forte desempenho de Samaná (+8,4%) e La Isabela (+18,6%), com novas rotas de Samaná, incluindo Frankfurt, com a Condor, e Andes da Argentina, e mais vôos de La Isabela para San Juan, com a Air Century.


No Brasil
, onde a VINCI Airports começou oficialmente a operar no aeroporto de Salvador em janeiro de 2018, o tráfego subiu 6,0%. Desde que assumiu as operações, a VINCI Airports criou naquele aeroporto uma nova equipa de marketing de aviação para trabalhar no desenvolvimento de tráfego.

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