Rita Redshoes e The Pretenders preencheram a segunda noite do EDP Cool Jazz

Rita Redshoes e The Pretenders preencheram a segunda noite do EDP Cool Jazz

Rita Redshoes e The Pretenders preencheram a segunda noite do EDP Cool Jazz Mário Fonseca Jornal Hardmusica

Foi num Parque dos Poetas bem composto que se realizou o segundo espectáculo da edição 2017 do EDP Cool Jazz

O Parque dos Poetas em Oeiras acolheu o segundo espectáculo desta edição do Edp Cool Jazz que teve a preenchê-lo duas excelentes actuações: Rita Redshoes que abriu as hostilidades com muita garra e arte e The Pretenders que fizeram uma demonstração da força de um grupo musicalmente coeso.


Rita Redshoes começou a sua actuação com um tema em inglês, “Take me to the moon” demonstrando de imediato que algo mudou na sua linha musical.
Seguiu-se “Life is huge”, mas foi com “Ain’t got” de Nina Simone que sentimos crescer Rita, na emoção e na sensibilidade. Foi uma excelente interpretação e o público reagiu de forma positiva.

De salientar que Rita Redshoes teve e anteceder a sua entrada em palco uma execução de cordas verdadeiramente excelente.
“Woman Snake” surgiu com um aviso prévio da artista “vamos agora para o deserto”. Um tema bonito e bem interpretado.
“Choose Love” e “Captain” este um tema realmente bonito e cantado com grande emoção pela jovem artista.
Rita Redshoes despediu-se com “Hey Tom” e afirmou o seu contentamento “por ter feito a abertura para os Pretenders”.


E chegou o momento mais esperado da noite : ouvir The Pretenders e a sua excelente vocalista Chrissie Hynde. E é realmente espantoso ouvir este grupo musical liderado por Chrissie com método, disciplina e arte.

Começando com “Alone”, seguiram-se “Down to the wrong way”, a bem conhecida “Chain Gang” que fez o público juntar a sua voz ao grupo.

Chrissie Hynde ia incitando o público a cantar, chegando a dizer” sei que sabem fazer melhor, vamos lá” e o público correspondia acenando com os bastões coloridos e cantando.
A música de The Pretenders não faz parte do nosso género musical favorito mas não se pode negar que para além de bem construídos quer a nível melódico como harmónico, os temas do grupo revelam força e intensidade dramática e sobretudo um excelente trabalho de conjunto: todas as peças estão nos lugares e funcionam como um bloco. O resultado é um excelente espectáculo de onde ressaltam alguns solos.

Um solo de guitarra excepcional e uma exibição de bateria que ultrapassa o imaginável.
Chrissie Hynde, guitarrista, compositora, cantora e executante também de harmónica vocal ldera o grupo com mão firme e sobretudo com garra de Artista, senhora de uma excelente voz

Um concerto marcante que conseguiu aquecer uma noite demasiado desconfortável

terça, 14 Nov. 2017 10:00 – domingo, 31 Dez. 2017 17:00
Campo Grande 245, Lisboa, Lisboa

terça, 14 Nov. 2017 10:00 – domingo, 17 Dez. 2017 18:00
Campo Grande 245, Lisboa, Lisboa

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