Centenário do Regenocidio da Rússia exposta em Cascais

O Museu Condes de Castro Guimarães acolhe a partir das de hoje, uma exposição que assinala o Centenário do Regicídio na Rússia.

 

A mostra é composta por documentos sobre a vida dos últimos Romanov, uma dinastia que estivera no poder de uma das mais importantes potencias mundiais durante mais de 300 anos.

No centenário do regicídio na Rússia, a autaquia de Cascais e a Fundação D. Luís I, em parceria com o Museu Kolomenskoie e o Centro de Arte e Cultura Russa, apresentam símbolos raros que ajudam a recriar as imagens da vida dos últimos Romanov.

Uma dinastia que estivera no poder de uma das mais importantes potencias mundiais durante mais de 300 anos. A exposição “Viragem de Época” fica no Museu Condes de Castro Guimarães, de 19 de Junho a 09 de Setembro , no âmbito da programação do Bairro dos Museus de Cascais. 

Fotografias de documentos raros, de retratos, ícones e outras imagens com ligações de grande importância à história russa mostram-se nesta exposição dedicada ao reinado de Nicolau II e ao regicídio que matou a família deste Imperador a 17 de Julho de 1918, na cidade de Ekaterinburgo. 

Nicolau II tinha assinado a abdicação do trono, em seu nome e de seu filho, em março de 1917, colocando fim ao império da dinastia Romanov. A sua abdicação foi provocada pela Revolução de Fevereiro de 1917, um acontecimento que trouxe à superfície uma série de conflitos estruturais e uma viragem trágica no regime de governo do país. 

A Grande Revolução Russa de Outubro viria ainda influenciar a história do século XX, o desenvolvimento das sociedades e os sistemas políticos em todo o mundo.

A inauguração da exposição “Viragem de Época”, no Museu Condes de Castro Guimarães, dia 19 de junho, às 18:30, contará com a presença de Serguei I. Khudyakov, direcfor do Museu Kolomenskoie. 

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