EXIB Música com dificuldades na exibição do “Xingu Cariri Caruaru Carioca”

A estreia do EXIB Música em Portugal aconteceu com a projecção, cheia de dificuldades, do documentário "Xingu Cariri Cararu Carioca", na Universidade de Évora.

Pela manhã o músico brasileiro que encantou o público na gala de abertura com a sua flauta, passou um documentário onde com os indigenas do seu país fez um registo de histórias de pessoas, de natureza musical, junto com as paisagens por onde a equipe passou, como a aldeia da tribo Kuikuro do Alto Xingu. Para Carlos Malta, a intenção foi fazer o público emocionar-se apenas com a música, e não com diálogos que ele claissifica de "monótonos". 

Infelizmente a Universidade de Évora, parceira do certame, não facilitou nada a vida logisticamente à exibição do documentário. O técnico que estava no auditório, quando Carlos Malta chegou, não estava habilitado para poder preparar a exibição do filme, pois "eu sou técnico de audovisuais e não de informática". Como o artista trouxe a sua obra num disco externo, o funcionário não sabia o que fazer. Mais tarde veio uma técnica de informática e também não conseguiu criar condições para que fosse exibido o filme. Outras pessoas vieram, no total de oito, para que fosse possivel ver o filme.

A Coodenadora Artistica fez de tudo para que fosse possivel ser exibido o documentário, mas as dificuldades e os entraves eram cada vez maiores. Ao que o Jornal Hardmusica conseguiu apurar, Margarida Rebocho, tinha confirmado tuido no dia anterior com a Universidade e "tudo estva ok".

Depois de ultrapassado o problema, era necessário o público. Mas a Instituição alterou o local de exibição "sem avisar os alunos", comentou uma das docentes.

O filme foi exibido com cerca de duas horas de atrazo, com uma fraquissima qualidade e com cinco pessoas na sala.

A Masterclasse que estava agendada para o período da tarde teve de ser cancelada, por "questões logisticas alheias à organização", ou seja a Universidade não tinha conseguido alertar os alunos para o evento e "também não tinha como fazer", segundo referiu a docente.

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